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    Separei meus documentários preferidos sobre jogos e video-games. Post recomendado não só para os gamers, mas para qualquer pessoa que tenha curiosidade de saber a trajetória e influência dos jogos até os dias atuais.

  • Serial Killers: Louco ou Cruel?

    O que leva uma pessoa a praticar atos tão extremos como assassinatos em série? A questão é biológica, social ou psicológica? Quanto precisam pai e mãe errar para criar um monstro?

23 junho 2016

Exorcismo - Thomas B. Allen


Já estou acostumado a ler livros com a temática demoníaca e amo tudo que envolve esse mundo obscuro. Logo que fiquei sabendo do lançamento do livro “Exorcismo” pela Darkside eu já o coloquei na minha wishlist, mas tenho que dizer que fui surpreendido de uma maneira muito positiva recebendo-o em parceria com a editora. Exorcismo é uma espécie de documentário “narrado em forma de história” baseado em um diário, anotações e conversas que o autor, Thomas B. Allen, manteve com um dos padres que participou de um exorcismo nos Estados Unidos lá no ano de 1949. 

O livro relata o exorcismo do garoto Robert Mannheim que tinha uma tia que se comunicava com os mortos através de uma tábua ouija. Logo após o falecimento da mesma, o garoto se tornou vítima das forças do mal e ,a partir daí, a família e diversos padres entram em uma luta espiritual e física com o mal para tentar livrar o garoto de um destino aterrador. A cada dia que passa Robbie vai piorando e o exorcismo se torna algo exaustivo, mas os envolvidos não perdem as esperanças. A obra ainda conta com a bibliografia detalhada referente a cada capítulo e o diário de registros de um dos padres (diário que deu vida a esse livro) que fez parte do exorcismo como prova ocular e participante ativo do mesmo durante quase todo o processo, são registros perturbadores que vão além da compreensão humana.

“Uma das sensações que é muito indicativa da natureza espiritual da possessão é que a pessoa possuída perdeu a característica humana... é como se você estivesse na presença de algo inumano ou que o possuído está vazio e alienado de si próprio.”

Foi uma leitura muito pertubadora e que me proporcionou horas de espanto e reflexão sobre o assunto, me prendeu do começo ao fim e fez com que minha mente ficasse ainda mais aberta em relação aos assuntos referentes a espíritos, religião, possessão e etc (destaque para o batismo do garoto que foi algo exaustivo e assustador, dá para sentir na pele a apreensão dos padres em relação ao mesmo, visto que o batismo foi fundamental para o exorcismo de Robbie que só foi concluído após um longo tempo). Dá para ver claramente o trabalho que Thomas B. Allen teve ao relatar essa história, sempre buscando a veracidade das informações e transformando tudo em um livro impecável. Já a Darkside teve muito carinho como já é de costume com a arte da capa e a diagramação que ficaram maravilhosas, sem contar as tábuas ouija que estão presentes no começo e fim dessa edição e que dão um toque especial a obra.



"Havia crucifixos na parede e freiras que eram enfermeiras. E a maca disparou por todo o quarto, sozinha. Marcas de arranhões apareciam de repente no peito do menino enquanto as freiras observavam..."

Esse livro foi a principal inspiração para “O Exorcista”, filme que já assisti milhares de vezes, desde a época dos filmes VHS quando ia com meu pai na locadora alugar os filmes (sim, alugar mesmo) e já buscávamos a sessão de filmes de terror/horror. Me lembro até hoje do medo que senti ao assistir ao filme e pensar que aquilo realmente aconteceu, perdia noites de sono. Mas eu era muito pequeno, e hoje em dia já estou acostumado com filmes do gênero, e como disse, o livro me assustou mesmo com minha “experiência” com esse assunto. A obra ainda possui relatos sobre estranhos acontecimentos enquanto o filme estava sendo produzido, como o incêndio dos sets de filmagem que aconteceu diversas vezes e sem nenhuma explicação.

O autor Thomas B. Allen (que também é jornalista) tem a capacidade de deixar até os mais céticos em relação a esse assunto um pouco assustados. Recomendo a leitura para todos os fãs do gênero e também para quem não é, pois, a luta contra o mal ocorre diariamente, e no livro, você poderá tirar suas próprias conclusões caso ainda não acredite em tais acontecimentos, visto que é um relato real de uma pobre vítima das forças do mal.

Escrito por: Peterson Roberto

19 junho 2016

Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô Fazendo Com a Minha Vida


A retórica é verdadeira, porém a postagem não é pra falar sobre a minha vida, e sim sobre um filme brasileiro dirigido por Matheus Souza e protagonizado por Clarice Falcão (nem amo pouco). "Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô Fazendo Com a Minha Vida", com duração de aproximadamente 90 minutos, conta a história de Clara, uma menina que começou seu curso superior mas que está muito confusa com relação o que realmente quer fazer da vida.

Clara se matricula em medicina por causa da pressão dos pais e, por não saber se é isso que ela quer fazer, mata suas aulas desde o primeiro dia na faculdade. Sem nada pra fazer no horário da aula, vai parar num boliche onde conhece Guilherme (Rodrigo Pandolfo). Guilherme tem algumas ideias de como ela pode decidir o que gosta de fazer, então Clara começa treinar "as suas habilidades" pra ver o que ela realmente quer. A partir daí começamos ver Clara testar se é boa em mentiras, em cuidar das pessoas, criar... e a partir daí o legal do filme começa a acontecer.

"Eu tô cansada de pensar com a cabeça dos outros ou de aproveitar os pensamentos de outras pessoas só porque eles estavam prontos. Quer saber? Eu fiz uma dieta semana passada, comi muita couve e alface, tomate… Só que eu prefiro viver até os 60 comendo besteiras do que viver até os 80 comendo o que as outras pessoas dizem que é certo. Pelo menos tudo isso vai ter valido a pena no final. Eu posso fazer o que eu quiser! "


O roteiro é leve e bem pensado, com várias citações de coisas do cotidiano atual, como redes sociais e outros, elementos que nos fazem identificar com nossas vidas. As críticas contra esse filme são muitas, e vi que muita gente não curtiu, falando que o enredo é fraco. Isso é verdade, e é exatamente por isso que eu gostei tanto desse filme."Mas como assim Vân?!". Pense comigo: vemos filmes onde tudo dá certo no final, com acontecimentos fantásticos, aventuras, mas no nosso cotidiano acontece coisas assim? Se você responder sim, meus parabéns! Mas comigo não é assim, minha vida é muito comum, sou jovem e vivo pensando nas escolhas que fiz e tenho que fazer diariamente. Na vida comum não há grandes tramas e reviravoltas, e consegui me ver na vida de Clara e identificar com a personagem em vários aspectos. É um filme que relata e mostra coisas tão comuns que consegui ver não só momentos da minha vida pessoal, como cotidianos de várias pessoas ao meu redor.

Eu recomendo muito porque eu realmente fiquei bem pensativa em relação aos vários aspectos da vida que me circulam. Não é um filme feito pra ter um final certinho, pra te agradar em relação de "história", mas pra te fazer refletir sobre o que você está fazendo, o que quer... enfim, sobre toda sua vida, afinal existem tantas "Claras" que no fim só querem encontrar um sentido pra tudo, só querem ser felizes. Um filme leve, rápido, que com certeza eu assistirei mais vezes.


Pra quem quiser assistir, tem na Netflix (mas se você procurar bem também acha na interwebs da vida). Já conhece ou conheceu? Comenta aí o que achou :)

26 maio 2016

American Crime Story: O Povo Contra O.J. Simpson


Em 3 de outubro de 1995 o veredito foi dado e OJ Simpson foi absolvido de um crime em que todas as provas o apontavam como o autor. Quando isso aconteceu eu nem tinha nascido, mas alguns acontecimentos estão destinados a ficarem marcados para sempre na história, e esse julgamento é um deles. Tantos anos depois, a FX lança uma minissérie incrível baseada no livro do jornalista e ex-promotor Jeff Tobin escreveu sobre o caso. Livro que a Darkside Books relançou esse ano e me enviou em Abril, e mais uma vez eu me vi mergulhando em uma história criminalística americana.

Orenthal James "O.J." Simpson (São Francisco, 9 de julho de 1947) é um ex-jogador de futebol americano e ator norte-americano que teve grande destaque nos esportes. Em 1994 foi acusado do assassinato de sua ex-mulher Nicole Brown e de seu amigo Ronald Goldman. Todas as provas o apontavam como culpado, mesmo assim, foi absolvido após um longo julgamento. O julgamento de Simpson começou em 26 de setembro de 1994,  durou 372 dias e foi acompanhando fielmente pela mídia e população americana. "Mas como uma pessoa é absolvida de um crime em que tudo aponta que ela cometeu?" Em American Crime Story: O Povo Contra O.J. Simpson podemos ver os diversos lados da história e o que levou O.J a ser declarado inocente.


O livro mostra detalhadamente tudo que aconteceu nos bastidores do caso de O.J. Simpson. Conhecemos um pouco mais sobre todos os envolvidos, temos uma visão do papel de cada pessoa nesse processo e ,podemos ver como o advogado Johnny Cochran, explorou o racismo e preconceitos que estavam em alta na época na hora de elaborar sua estratégia (que funcionou brilhantemente). Quando Johnny levanta essas questões raciais e encontra um material que mostra policiais de Los Angeles se portando como verdadeiros racistas, consegue uma mobilização enorme da população negra, e assim monta seu plano para absolvição de O.J. Uma das coisas que mais achei bizarras é que o julgamento perde o foco e chega um momento que só se fala que o jogador está sendo acusado por ser negro, o que é bem revoltante já que se trata de um crime onde duas pessoas foram assassinadas cruelmente. Mesmo com tantas provas, o foco do julgamento consegue ser desviado.

Jeff Tobin escreve de uma forma fascinante que me fez sentir que estava na época do crime. Mesmo sendo um caso antigo, durante a leitura tive uma porção de sentimentos e opiniões, chegando a ficar perplexa e revoltada em vários momentos. O autor tece os acontecimentos de uma maneira muito inteligente, com riqueza de detalhes e observações perspicazes que vão surpreender até mesmo quem acompanhou toda a história na época. Se você possui interesse em investigações policiais, casos criminalísticos americanos, Los Angeles, e/ou quer conhecer um caso onde a justiça falha descaradamente e os bastidores de um tribunal, você definitivamente precisa ler este livro.

E há quem diga que a "justiça" sempre é feita. Irônico né.

25 maio 2016

Menina Má - William March


Já parou pra pensar de onde será que vem essa motivação para matar pessoas que os seriais killers tem? Se é algo genético, de infância? Assim que o livro Menina Má foi lançado (originalmente em 1954) houve uma grande repercussão que logo o levou para as telonas. Além da adaptação, personagens clássicos do terror foram inspirados por essa obra e as pessoas começaram a discutir a possibilidade do mal na infância e da existência de crianças psicopatas. Este ano o livro chegou em minhas mãos pela Darkside Books, e eu logo pude entender o motivo de tanto sucesso.

A história gira em torno de Christine Penmark e Rhoda Penmark, mãe e filha, que estão se adaptando ao novo apartamento e vizinhança. Christine é uma mãe dedicada e boa esposa que, na ausência do marido que está em uma viagem de negócios, está responsável por cuidar de Rhoda e matriculá-la em uma boa escola, algo que ela consegue devido a boa fama de seu pai. Rhoda é uma menina de oito anos aparentemente perfeita: independente, nada bagunceira, carinhosa, inteligente e encantadora: todos os adultos ficam apaixonados pelo jeitinho cativante da criança de agir. Com essa aparência de "família perfeita", as duas são facilmente acolhidas pelos moradores.

Quando um colega de escola de Rhoda morre "afogado", Christine começa a observar mais atentamente as reações da sua filha. No dia do acidente Rhoda simplesmente age como se não tivesse acontecido nada demais, se portando friamente diante o ocorrido. Coincidentemente, o menino que morre era o ganhador do prêmio de caligrafia da escola, competição que Rhoda já considerava ganha e aguardava ansiosamente pelo prêmio. Isso faz Christine desenvolver certas dúvidas e incertezas que a fazem se deparar com algumas questões do passado, responsáveis por mudar completamente a visão que tinha sobre sua própria filha.

"Ela não é uma dessas crianças afetadas e neuróticas, que acreditam em tudo que ouvem e nunca têm um pensamento original na cabeça. Rhoda é senhora dos seus passos, e digo mais: toma as próprias decisões. Ela é um ser humano completo. Perto dela, os outros parecem burros e toscos.."


A forma que William March escreve e desenrola a história é totalmente viciante, te prendendo do início ao fim. A narrativa é leve e ao mesmo tempo rica, e o suspense vai se formando a medida que vamos descobrindo mais sobre o passado de Christine e tendo mais contato com a verdadeira face de Rhoda. Esse livro traz muito do senso moral da época que foi escrito e podemos perceber isso facilmente nos diálogos e dinâmica entre os personagens. Mesmo com os acontecimentos que já são esperados, o leitor com certeza vai ficar agoniado pensando no possível desfecho, que por sinal é genial. 

Com isso tudo, o autor nos faz questionarmos a possível origem da maldade: o mal é algo genético ou resultado das nossas experiências na infância? Todos nascemos com a mesma predisposição ao mal ou há pessoas com a "semente maligna" que são mais propícias a cometerem crimes tão cruéis? Foram várias as hipóteses que surgiram em minha mente enquanto lia o dilema da mãe entre proteger e tentar salvar a sua filha e alertar a sociedade sobre o mal que a criança possuía. É um livro intenso que despertou minha curiosidade (ainda mais) sobre a temática de seriais killers mirins.

A obra como um todo está incrível: a tradução está muito bem feita e fiel a época do livro, a capa e diagramação estão incríveis, a história é perturbadoramente fantástica. Para os que quiserem se aprofundar ainda mais, recomendo fortemente que vejam esse vídeo que a Adriana fez falando da adaptação The Bad See. Tenso, intrigante e perturbador, Menina Má é um livro que me fez pensar bastante sobre a origem do mal no ser humano. Uma experiência totalmente nova que indico para todos que se interessam por obras de suspense psicológico.

Depois desse livro, nunca mais verei as crianças como seres tão inocentes.

09 maio 2016

Donnie Darko, o livro - Richard Kelly


Quantas vezes eu já assisti o filme Donnie Darko? Sinceramente, não sei. Também é difícil explicar do que se trata especificamente a obra e o universo que a envolve. Mas de uma coisa tenho certeza: são muitos aqueles que, assim como eu, se encantaram pela história tão misteriosa que é a desse filme, que envolve questionamentos sobre a vida e a morte, viagens no tempo e, é claro, o grande "coelho Frank". Esse filme sempre me instigou muito e sempre esteve entre meus favoritos, então imagina minha felicidade quando recebi o livro Donnie Darko pelas mãos da Darkside Books esse ano. (!!!)

O livro possui todo um conteúdo extra: prefácio exclusivo por Jake Gyllenhaal (ator que interpretou Donnie), uma entrevista completa com o diretor e roteirista Richard Kelly, o roteiro original que foi usado para a filmagem e trechos de A Filosofia da Viagem no Tempo, obra que aparece no filme e foi escrita pela Vovó Morte (Roberta Sparrow). Esse é um livro pra te ajudar mergulhar (ainda mais) no universo do filme, entendê-lo melhor e até mesmo abrir novas questões.


Na entrevista intitulada "Perguntas Cósmicas", Kevin faz perguntas ao diretor Richard Kelly desde assuntos pessoais até curiosidades sobre os bastidores e toda a trajetória do filme. Podemos conhecer um pouco mais sobre o criador da historia de Donnie Darko, suas ideias, inspirações, objetivos, a base de sua educação e apoio que recebeu para criar arte. Richard também fala sobre como o elenco foi formado e a repercussão do roteiro. É uma entrevista muito informativa onde podemos ver realmente como foi toda a caminhada que levou o filme pros telões de cinemas, mesmo não tendo o apoio de grandes estúdios.

Após a entrevista temos o roteiro original que foi usado para as gravações. Além do que já conhecemos no filme, ele também inclui cenas deletadas da versão teatral original. Mesmo já sabendo o desenrolar da história, a leitura ampliou e muito a compreensão que eu possuía anteriormente. Os trechos de A Filosofia da Viagem no Tempo ajudam a entender mais sobre o papel de Donnie nos acontecimentos. E, no finalzinho, o livro ainda possui a lista da trilha sonora e algumas fotos


Não recomendo essa leitura antes de assistir o filme, a experiência é realmente completa quando já se conhece a história, pois o livro (assim como o prefácio diz) é o filme, então se ainda não assistiu Donnie Darko, corre, assista, questione e leia esse livro. Para os fãs é um livro imperdível, uma oportunidade de entrar em contato com a verdadeira essência da obra, ampliar o entendimento e debater questões que são mais claras quando lemos o roteiro. Essa nunca será uma história dada, e nunca ficarei satisfeita por completo, e a cada vez que entrar em contato com o filme e este livro, vou pensar um pouquinho mais. E é isso que faz Donnie Darko ser tão especial

04 maio 2016

May the 4th Be With You! Feliz dia de Star Wars


Hoje comemoramos  o Star Wars Day (dia de Star Wars) , um dia onde todos os fãs espalhados ao redor do mundo tiram para celebrar a cultura de Star Wars, homenageando os filmes , personagens e o universo proveniente de uma das sagas mais amadas da Galáxia  Escolhemos o quatro de maio pelo famoso trocadilho em inglês: a frase "May the Force be with you" ("Que a Força esteja com Você") tem uma grande semelhança com "May the fourth be with you" ("Quatro de maio esteja com você", ), só faz sentido em inglês mesmo.

Mas não é só o trocadilho: o mês de maio sempre foi importante para os fãs de Star Wars. Os 6 filmes da saga Star Wars estrearam em maio (começando com o original Star Wars em 25 de maio de 1977), o aniversário de George Lucas é em maio (14 de maio de 1944), e no mesmo mês sempre ocorre os populares Fins de Semana Star Wars no Walt Disney World Resort.

O que fazer de legal no 4 de maio?


A Disney possui um hotsite especial pro dia 4 de Maio, cheio de textos, vídeos, fotos e dicas pra celebrar a data, desde culinária até vestuário. Lá tem umas ideias bem bacanas e recordações de várias celebrações pra você conferir e se inspirar também.

Uma foto publicada por Vân Crist (@vancrist) em

Esse ano é muito especial porque muita coisa bacana aconteceu comigo entre o 4 de maio do ano passado e hoje. Minha primeira pré-estreia de um filme de Star Wars foi no The Force Awakens, onde fui como cosplay e foi uma experiência muito gratificante (um dia onde você sai vestida de Sith com um sabre de luz e as pessoas acham absolutamente normal é ótimo). Conheci um monte de gente que compartilha o amor pela saga, e não só na minha cidade, mas na internet também fiz amigos maravilhosos. Ver produtos da saga tão facilmente disponíveis também é uma alegria, e não em importo nem um pouco de SW ter voltado ao mainstream e ter arrebatado vários fãs novos, sério. Está sendo uma época maravilhosa pra todo fã de SW. 

Já parou pra pensar quanto tempo que a saga existe e, mesmo assim, ainda existe pessoas conhecendo e se apaixonando pela história? Quantas lições tiramos dos 7 filmes? Quantos romances Star Wars já deslanchou por aí? Casamentos, aniversários, lições de pai pra filho, é história demais envolvendo uma saga e as pessoas que se inspiraram através dela. Quanta lição de vida. Para todos vocês que amam Star Wars assim como eu, que a força esteja com você em mais um 4 de Maio