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O íntimo e expressivo "The Getaway" - Red Hot Chili Peppers



Estava com saudade de falar de música aqui no blog, o que não faz sentido pois eu ouço música mais do que faço qualquer outra coisa na minha vida. Falando de música, o Red Hot Chili Peppers resolveu sair do hiatus e, depois de 5 anos, lançar o The Getaway, álbum que estou constantemente ouvindo por agora. O RHCP é uma banda muito especial pra mim (sério, tem gente que não acredita) e eu não sabia o que aguardar, já que eles estão em uma fase totalmente nova. E, como músicas são capazes de traduzirem as fases da nossa vida, The Getaway veio pra isso.

Músicas como Can't Stop, Give It Away e Suck My Kiss foram as responsáveis por me fazer apaixonar pela banda, principalmente por suas pegadas punk / funk, batidas animadas, excesso de riffs de guitarra e Flea mandando no contrabaixo esbanjando slap. Como eu amo ouvir faixas assim! Mas isso foi a muito tempo, e toda a banda tem o direito de inovar e mudar seu estilo.

Aqui temos um Anthony Kiedis compondo pós desilusão amorosa e o novo guitarrista, Josh Klinghoffer, buscando gravar seu próprio estilo e conquistar seu espaço, saindo da sombra pós-Frusciante. Vale lembrar também que esse é o primeiro CD com o novo produtor Danger Mouse, já que a banda encerrou seus trabalhos com Rick Rubin, que trabalhava com eles desde 1991. Resultado disso tudo: um disco sutil, expressivo e recheado de novos elementos.


Com frases como "The darkness helps to sort the shine" ('Dark Necessities'), Anthony deixa claro a influência "sombria" presente nas suas narrativas aqui. A calma reflexão sobre o jogo da vida  em 'The Longest Wave', a penitência para a passagem de um amigo em 'Feasting On The Flowers', a morte em 'Goodbye Angels', a intensa 'Dreams Of A Samurai' que encerra o cd de forma melancólica. Músicas com letras expressivas e sentimentais. 'Go Robot' é uma das faixas que me fez dançar, mas mesmo nela vemos o preenchimento com sintetizadores. 'This Ticonderoga' é o punk que não poderia faltar, com Flea se destacando com sua agilidade no contrabaixo. Mesmo que o Funk e Rock estejam presentes em “The Getaway”, temos novos elementos que se assemelham ao Indie e Pop, com elementos eletrônicos (ainda não sei se gostei disso), muito teclado, uma vibe mais calma e letras mais pessoais.

Provavelmente eu teria reclamado bastante dessa "mudança" de estilo da banda se tivesse ouvido esse CD um tempinho atrás, porém quando abri o Spotify para ouvir The Getaway as mudanças estavam também me rondando, então desde o lançamento já cansei de contar quantas vezes o ouvi. As críticas na interweb contra esse álbum foram muitas: melódico demais, triste demais, sádico demais. Mas aqui temos Anthony compondo especialmente o complexo de suas emoções nuas após um mal momento na sua vida, e, de que valeria a música se ele não pudesse se expressar nela?


É possível sim renascer de uma forma nova ainda mantendo sua essência. O brilho de 'The Getaway' está em suas sutilezas, sendo (na minha humilde opinião) o álbum mais íntimo e expressivo até agora, sugerindo que, após tantos anos, o Red Hot Chili Peppers ainda pode me impressionar.

(gostei muito de escrever essa postagem, acho que vou lotar o blog falando de música agora)

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